sábado, 24 de julho de 2010

O JIPE

Um jovem cumpria o seu dever cívico prestando serviço ao exército, mas
era ridicularizado por ser cristão.

Um dia o seu superior hierárquico, na intenção de humilhá-lo na frente
do pelotão, pregou-lhe uma peça...

- Soldado Coelho, venha até aqui!
- Pois não Senhor.
- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.

- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.
- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o
que eu lhe ordenei...
- Mas senhor, eu não sei dirigir!
- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe.

O soldado não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi
até o veículo.
Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua
oração.

"Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre
a essas pessoas a sua fidelidade.
Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém"

O garoto, manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o
seu superior.
Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos...

- O que houve gente? - perguntou o soldado.
- Nós queremos o teu Deus, Coelho. Como fazemos para tê-lo? Perguntou
o seu superior.

- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas porquê todos
decidiram aceitar o meu Deus?

O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o
jipe enxugando suas lágrimas.

Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo estava sem o motor!


DEUS CUIDA DOS SEUS E NÃO PERMITE QUE NINGUÉM NOS HUMILHE.
SEJA VOCÊ TAMBÉM UMA SEMENTE DE JESUS E VOCÊ SEMPRE COLHERÁ O BEM!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

kadu, coisa de orkut

Sou um pouco de cada dia que vi escurecer, de cada lugar que conheci. Sou um derivado dos meus amores, dos meus amigos, dos inimigos, dos livros que li, das histórias que escrevi, das camas onde passei noites mal-dormidas e amores bem trepados. Da minha família sou pouca coisa. Quase nada. Somente um Lago no final do meu nome e uma saudade em mim, que eu gosto de sentir. Aqui de longe. Como a mãe dizendo que me ama numa ligação interurbana em tarifa promocional. Sou prático, não pragmático. Descarado assumido. Prefiro a depravação à hipocrisia. Romântico. Bipolar. Pouco viciado em poucas coisas. Fumar? Somente maconha e sempre deixo claro quem fuma quem. Beber? Só algumas bocas. Ou um vinho pra acompanhar alguém até a cama. Cheirar? Não! Rio com o espelho, converso sozinho, mas curto interagir com outras pessoas. Dinheiro importa, mas não é importante. Ponho uma camisa cara e um perfume Diesel pra transitar no luxo, mas antes da madrugada acabar a camisa se suja no lixo. Ou ficar por lá. Eu sempre volto pra casa. Quase nunca sozinho. O perfume já não importa.
Trabalho, mas nasci mesmo foi pra vadiagem. Acordar às 14h e ver o sol nascer antes da cama. Porém, se me comprometo chego no horário, até assino ponto se for pra ser torturado, e acredito que dá pra viver assim por alguns meses. Mas meus textos começam a reclamar na gaveta, no micro, no A4 sobre a mesa, nos corpos de algumas figuras que encontro por aí. Então desapareço, volto a ser aquele bicho novamente, que só deseja ser feliz e escrever boas histórias. Mas ser feliz sem grana é foda! E tentar a felicidade acordando às 6h da manhã pra ganhar um salário de merda, é a forma que encontraram de foder a gente. E se for pra foder, não esqueça, quero minha parte em diversão.
Acredito em Jesus Cristo, mas a minha religião é a Literatura. A escrita que me redime. Palavras que coçam na minha mente como um mantra ou uma ave-maria de uma ladainha. Sou devoto de Shakespeare, Graciliano Ramos, Sta. Clarice Lispector; Rimbaud, Oscar wilde, Byron, Vinícius de Moraes e Caio Fernando Abreu.
Dizem que sou um Cão Urbano. Posso até ser. Mas, amei todos os outros cachorros e as cadelas que cruzaram minha estrada estreita. Largo é o caminho da perdição, e leva ao mal. Aqui é estreito sim! Quem pisou neste chão sabe. Conhece cada curva, cada alerta ao perigo. Se despencou foi porque não deu atenção. Eu bem que avisei. Tem gente que é acelerada, fica na primeira curva. Talvez eu não saiba onde estou, mas sei exatamente onde quero chegar. Tem gente que fica.
Mas queres andar aqui, sua amizade é bem recebida. Te dou flores logo de cara, e um café numa madrugada por aí, discutindo um papo-cabeça ou jogando bobagens ao vento. Só peço sua sinceridade. Em amizade, isso é fundamental! E se deseja aventuras mais emocionantes, é preciso que goste muito de beijar na boca, é necessário saber amar pra vida toda sem anestesia, mesmo que seja somente por duas semanas e meia. E, quase ia esquecendo, por favor, tenha um desempenho acima da média na cama. Se a palavra chave é amor. Posso abrir seu coração. Sou viciado em viver. Amo meus amigos, alguns familiares, um cacto que tem aqui na sala, carregando seus espinhos como um Cristo crucificado. Amo meu gatinho preto (Fernando Pessoa) que se encheu de mim, pulou a janela e foi embora. Amo meus livros, minha casa, amo escrever, vadiar, abraçar pessoas. Amo a Cidade em que existo. Amo ser eu mesmo! Ainda que mastigando minhas qualidades e vomitando meus defeitos. Alguns grudam na parede do estomago da alma, e a garganta do orgulho não deixa passar.
Quer minha companhia, segure minha mão e vamos. O desconhecido é o nosso ponto de chegada. É lá, que os covardes nunca chegam. Lá estaremos livres dessa cambada. De toda essa gente mal-amada e cagada de preconceitos. Esses caras que não perdem o Jornal Nacional, acordam cedo e morrem broxas. O meu caminho é estreito sim, mas cabe você. O mundo está aí! Vamos pegar o pedaço que nos pertence nesse latifúndio. Vem comigo, porque a vida pode ser sim, de fé, prosa e poesia

Amizade é..

quinta-feira, 8 de julho de 2010

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A vingança do Joãozinho

A professora estava tendo dificuldades com um dos alunos.
(adivinha quem?)

Joãozinho qual é o seu problema?

Sou muito inteligente para estar no primeiro ano. Minha irmã está no terceiro ano e eu sou mais inteligente do que ela. Eu quero ir para o terceiro ano também!

A professora, vendo que não vai conseguir resolver este problema, o manda para a diretoria.

Enquanto o Joãozinho espera na ante-sala, a professora explica a situação ao diretor. O diretor diz para a professora que vai fazer um teste com o garoto.

Como é certo que ele não vai conseguir responder a todas as perguntas, vai mesmo ficar no primeiro ano
A professora concorda. Chama o Joãozinho e explica-lhe que ele vai ter que passar por um teste e o menino aceita. O Diretor pergunta para o Joãozinho:
Joãozinho, quanto é 3 vezes 3?
- 9.

- E quanto é 6 vezes 6?
- 36.

O diretor continua com a bateria de perguntas que um aluno do terceiro ano deve saber responder. Joãozinho não comete erro algum. O diretor então, diz para a professora:

- Acho que temos mesmo que colocar o Joãozinho no terceiro ano.

A professora diz:
- Posso fazer algumas perguntas também
O diretor e o Joãozinho concordam. A professora pergunta:

- O que é que a vaca tem quatro e eu só tenho duas?

Joãozinho pensa um instante e responde:

- Pernas.
Ela faz outra pergunta:

- O que é que há nas suas calças que não há nas minhas?

O diretor arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper...
- Bolsos. (Responde o Joãozinho).
Mais uma vez a professora o indaga com aquela malícia:
- Que parte do corpo da mulher que cheira peixe?
O Joãozinho de bate-pronto já responde:
- O nariz!
Mais uma:
- O que é que entra na frente na mulher e que só pode entrar atrás no homem?

Estupefato com os questionamentos, o diretor prende a respiração...
- A letra "M". (Responde o garoto.)
A professora continua a argüição:
- Onde é que a mulher tem o cabelo mais enroladinho?

- Na África. (Responde Joãozinho de primeira.)

E continua:
- O que é que entra seco duro e sai mole pingando?

O diretor apavorado..
E o Joãozinho responde:
- O macarrão na panela
E a professora não pára:
- O que é que começa com "b", tem "c" no meio, termina com "ta" e para ser usada é preciso abrir as pernas?

O diretor fica paralisado.E o Joãozinho responde:
- A bicicleta.
E a professora continua:
- Qual o monossílabo tônico que começa com a letra "C" termina com a letra "U" e ora está sujo ora está limpo?
O Diretor começa a suar frio.
- O céu, professora
- O que é que começa com "C" tem duas letras, um buraco no meio e eu já dei
para várias pessoas?

- CD.

Não mais se contendo, o diretor interrompe, respira aliviado e diz para a
professora:

- Puta que Pariu! Põe esse moleque como diretor, pois eu mesmo errei todas.